From legendary game creator Hideo Kojima comes an all-new, genre-defying open world action adventure, starring Norman Reedus, Mads Mikkelsen, Léa Seydoux and Lindsay Wagner.

In the near future, mysterious explosions have rocked the globe, setting off a series of supernatural events known as the Death Stranding. With otherworldly creatures plaguing the landscape, and mass extinction imminent, it’s up to Sam Porter Bridges to travel across the ravaged wasteland and save humanity from impending annihilation.


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Death stranding é simplesmente uma das melhores peças de ficção cientifica que eu já consumi. (Não que eu tenha consumido muitas)
Nunca fui um fã assíduo dos trabalhos do kojima, a série metal gear solid só me atraiu durante o quinto jogo da série (The phantom pain), que gosto muito por sinal.
Death Stranding foi um daqueles jogos que não me prendeu de primeira, nem de segunda, muito menos de terceira. O começo do jogo tem um ritmo extremamente lento, oque me fez largar o jogo diversas vezes, apesar disso, sempre fui apaixonado pela concept arts, e decisões artisticas que envolviam o jogo, o design daquele mundo surrealista sempre me puxava de volta pra ''tentar dar mais uma chance''.
finalmente eu dei essa chance, e não me arrependo. Adorei todo ar de mistério que ronda os elementos desse universo distópico, o design de personagens, e claro, a trilha sonora que toca em momentos espaçados durante a gameplay.
Frequentemente me pego reescutando alguma das musicas da banda Low Roar ou o próprio BB Theme, original do jogo.
Definitivamente as partes que mais me marcaram em death stranding foram os 2 ultimos capitulos ''Sam Strand'' e ''Lou'', a sequencia de acontecimentos desses capítulos são chocantes, e te fazem transitar rapidamente entre diferentes emoções.
Apesar de tudo, as vezes o roteiro de death stranding me apresentou situações que soaram meio ''patetas'' e cômicas de certo modo
exemplo: O higgs disfarçado dando uma bomba para o Sam entregar (alá desenho dos looney tunes)
Alias, falando do Higgs, ele é com certeza um dos meus personagens favoritos, desde o design até as atuações dele fazem dele um ótimo vilão.
Finalizando, estou ansioso pela sequencia do jogo (mesmo sabendo que provavelmente não irei jogar tão cedo por ser exclusivo de PS5).

Como fã do Kojima não podia perder a chance de experimentar sua obra sem interferência de outros em sua arte mt menos o demitindo.
Death Stranding diferente de Metal Gear passa uma mensagem sobre como a valorização das conexões humanas deveriam ser mais valorizadas e valiosas, vivemos constantemente nos conectando a pessoas, seja em um ambiente familiar, trabalho, faculdade e etc, os laços que formamos são especiais, pois assim como no jogo que você só pode saltar para a praia de uma pessoa se você tiver uma conexão mt forte com ela ou algo pessoal entre vocês 2, na vida real quanto mais forte a conexão mais intímos nos tornamos das pessoas, abrindo espaço para conhecermos a verdadeira pessoa (praia), no jogo a praia representa a individualidade de cada ser humano e como podemos ser vulneráveis ao confiarmos em outras pessoas (levar outra pessoa a sua praia como a Amelie e Sam) e como essa ação pode nos tornar mais humanos.
Kojima sempre entendeu o uso de armas, como um Japonês compreendo totalmente a mentalidade dele assim como em Metal Gear, aqui temos armas letais e não letais e temos consequências para letalidade, vindo de um Japonês que presenciou sua nação pós WW2 se reerguendo Kojima sempre foi um homem da paz, mas diferente de pacifista, Kojima entende a existência das armas, da menor até a mais perigosa, ele sempre vai ser contra as armas, guerras e revoltas, Kojima quer paz, amor, prosperidade e que os humanos vivam em paz, apesar das diferenças ele aborda o preconceito com o Deadman e Lockne sobre como eles sofrem por conta de suas individualidades, mas o Sam os aceita se tornando amigo de ambos ao longo da jornada, Death Stranding passa uma mensagem sobre como nós humanos perdemos mais tempo nos destruindo e encontrando novas formas de nos destruir, do que de aproveitar a vida enquanto podemos, afinal a nossa extinção é iminente em milênios, então, por que não aproveitar enquanto estamos aqui e nos amarmos?
Sam é um cara introvertido, recluso e com dificuldade para se comunicar sobre o que sente, se esquivando sempre que confrontado sobre seu passado, Sam passou a vida fugindo da dor e se sentindo morto por conta da morte de pessoas que amava e optou por se isolar de tudo e todos, encontrando conforto na solidão ao ponto dela não mais o incomodar, ele acostumou a lidar com a solidão, pois para ele o mundo dele morreu e desde então o vimos forçar conexões do sentido literal até o mais figurativo, salvando vidas e se tornando um herói e símbolo para muitos.
Sam ao fim da jornada aprende a aceitar que sempre podemos recomeçar, sempre estamos aptos a mudar quem somos, a dor não nos define, mas nos constrói, Sam Porter Bridges vai de um lonely wolf para um lonely wolf com amigos que pode contar.
Se você leu até aqui tmj vc é lindo e LEMBRE-SE, Kojima n é diretor é figura paterna

Este jogo é a prova viva de como se o Kojima lançasse um jogo em que tu literalmente só matas crianças de formas violentas e macabras o pessoal ia dizer que era dos melhores de sempre simplesmente porque ele o fez

This game leaves me with a lot of mixed feelings. We all know you don't play this game for the gameplay (though I found it to be meditative). If that was the focus of the game, the plot would have ended after Higgs, the last exciting gameplay moment.
But obviously the focus of the game is the story and the themes. They do a great job of subverting your expectations in a fair way, and its always when thsoe expectations are about to be met. As long as you can make it through the slow gameplay (which does let up slightly as you make your way across America), you might find a game you enjoy.
For me, there were really great moments, but the ending overstayed its welcome. It was just ending for so goddamn long.