The Artful Escape

The Artful Escape

released on Sep 09, 2021

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The Artful Escape

released on Sep 09, 2021

On the eve of his first performance, Francis Vendetti battles with the legacy of a dead folk legend and the cosmic wanderings of his own imagination. In this 2D adventure platformer, Francis, a teenage guitar prodigy, sets out on a psychedelic, multidimensional journey to inspire his stage persona.


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There is very little in gaming that bums me out more than starting a game because of gorgeous visuals and a cool premise, then realizing it's practically a visual novel, putting presentation and famous actors over gameplay.

The only thing worse is starting a cool action game, dying, and realizing it's a Roguelike.

It's gorgeous! Charming! But very, very much not for me.

DO try this if you're into games like Oxenfree, Afterparty, or visual novels.

MAYBE DON'T spend money on this if you're into the vibe, but need more engaging gameplay. Doesn't hurt to try it on Game Pass though!


Eu achei esse jogo muito bonito. Apesar de algumas fases serem meio DEMAIS na quantidade de cores, e coisas e todo o resto e ficar cansativo de olhar.

E... infelizmente acho que meus elogios param por ai. 90% do jogo é apertar pra frente enquanto segura um botão pra fazer o solo de guitarra mais genérico do mundo. E embora o visual e o design dos personagens seja legal de olhar, isso fica cansativo rápido. Eu achei chato. Foi CHATO de jogar.
O resto do jogo são uns mini games tipo Genius bem básicos e entediantes, e acompanhar a história fazendo algumas escolhas de diálogo que não influenciam em nada, só dão um saborzinho pra sua jornada pessoal. Mas a história na sua maior parte também foi pouco interessante pra mim.

Acho que um dos maiores pecados é ser um jogo com temática musical e as músicas serem tão... meia boca, e a mecânica tão rasa. As músicas que não são fruto dos personagens do jogo e tocam de fundo, ou nos créditos e etc são bacaninhas, no entanto.

Pra não encerrar num tom tão pessimista, pensar num nome pro personagem e montar o figurino dele foi divertido, também.

(todos humanos nesse jogo usam óculos, isso é estranho)


Francis is a visionary musician. His performances take the form of slow games of Simon.
He traverses the galaxy, by holding right.
His shredding restores life to dull planets by draining the life force from the player's ears.
I guess I get what it was doing, but it's a colossal misfire on every level. The style of that first trailer way back when hooked me so much I didn't expect actually playing it to be such a slog, and I especially didn't expect the visuals to be so unpolished to the point of unpleasantness. Bummer.


Este juego es una celebración psicodélica y surrealista de la música y el camino de un artista. A nivel jugable no tiene nada especialmente interesante, pero es que todo fluye tan bien en el juego que se disfruta desde el primer minuto hasta el último.