Tomb Raider: Game of the Year Edition

released on Jan 28, 2014

Tomb Raider is a critically acclaimed action adventure that explores the intense and gritty origin story of Lara Croft and her ascent from a young woman to a hardened survivor. Armed only with raw instincts and the ability to push beyond the limits of human endurance, Lara must fight to unravel the dark history of a forgotten island to escape its relentless hold. The Game of the Year edition includes the Tomb of the Lost Adventurer, 6 single player outfits for Lara, 8 multiplayer maps, and 4 characters.


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Reinventando a franquia, TR2013 tem um saldo positivo e é um jogo divertido. Mas é impossível não imaginar o quão melhor ele seria se fosse ainda mais a fundo nas suas novidades- Esse é um jogo de MEIAS-MEDIDAS.
Originalmente joguei esse jogo com 12-13 anos quando ficou de graça na Live Gold, mas mesmo na época notei seu maior problema: O TOM, que estabelece um mundo extremamente brutal e nocivo pra jovem Larinha, mas ao mesmo tempo as consequências dessa brutalidade não existem. É claro que em filmes e jogos de ação é comum vermos os personagens se machucarem de jeitos "insobrevivíveis", mas isso passa muito do ponto nesse jogo, o que corrompe o tom sombrio da história e do ambiente. Dissonância ludonarrativa é uma coisa que eu costumo não me incomodar, mas aqui ela é inversa da maioria dos jogos: quando em controle, a Lara é uma máquina de matar e expressa isso verbalmente de maneira totalmente canônica até mesmo em diálogos, mas durante as cenas alguns soldados a apavoram, e o pior: PERSONAGENS MORREM POR ISSO, e de machucados muito mais fracos que os de Lara, ou até mesmo os seus próprios machucados anteriores! Chega a dar raiva! Não consigo acreditar no perigo da situação quando Lara é o Wolverine dentro e fora das cenas e todos os outros são meros mortais. É isso que chamam de "plot armor"?
Já virou até meme a Lara matar sua primeira caça, ficar triste e depois matar mais 200 animais sem reação, e matar seu primeiro humano, chorar e depois matar mais um milhão em seguida, e eu até ia falar que o jogo segue essa linha, mas parando pra pensar, ele não segue linha nenhuma e é inconsistente o tempo todo, onde as regras do mundo nunca são claras ao mesmo tempo que tentam te convencer de uma situação séria de sobrevivência.
E como se sobrevive? Caçando animais e coletando frutas, pra come... ganhar XP. Tudo é XP. O motivo da Lara decidir caçar é pra comer, mas como quase tudo no jogo, só serve pra evoluir de nível e comprar habilidades sem graça, onde mais da metade de uma categoria que só libera depois da metade do jogo consiste em habilidades que te fazem ganhar mais XP. A progressão de nível é insatisfatória e as skills são tão básicas que umas já vem nessa versão GOTY e você fica em dúvida em qual escolher por não estar muito interessado em nenhuma.
Os novos elementos de Crofting (que engraçado) e a DLC de sobrevivência do Rise, que joguei em 2020, mostram como a sobrevivência deveria fazer parte dessa reinvenção, pelo menos nesse primeiro jogo, e absolutamente tudo servir só pra xp só agrava a situação. Parecia que teriam muitos elementos de sobrevivência mas decidiram tirar no meio do desenvolvimento. Não acho que o jogo precise de fome e sede, porém algo parecido com o sistema do RDR2 me parece o mínimo, mas aqui não temos nem barra de vida (já que ela é a Arma X- e não tô falando da antiga IA dos Piratas) ou stamina, causando mais um ferimento a temática e ao tom do jogo.
Quando algo não te dá XP, dá peças, e isso também inclui tudo, até mesmo os grandes baús dourados das (poucas) Tumbas perdidas há séculos te recompensam com peças ao invés de algo interessante. Sabe a filosofia de fases do Mario, de apresentar uma mecânica em três etapas deixando cada uma mais complexa? Então, as 8 tumbas parecem todas ter sido feitas com esse pensamento, só que contendo apenas a primeira etapa, até mesmo a de DLC, que é a melhor mas continua extremamente fácil (e ainda é bugada) assim como o resto do jogo. Eu deveria ter escolhido difícil, pois morri só umas 3 vezes em combate. Lembra que era pra ser um jogo sobre uma pessoa numa situação brutal de vida ou morte? Pois é.
As peças (que você não queria) servem pra evoluir as armas, na única progressão decente, e você coleta peças de armas específicas (em caixas comuns, ao invés de serem recompensas de tumbas ou algo mais interessante) pra magicamente transformá-las em outras. Temos só um arco, pistola, fuzil e escopeta, mas a evolução faz com que a quantidade não seja um grande problema.
As tumbas também nos recompensam com um mapa dos colecionáveis da área, marcando todos no mapa, como se já não fossem fáceis de achar, incluindo o próprio mapa separado. Eles são bem simples e não adicionam muito, até mesmo os que são bons, no caso, as relíquias e documentos. Lara os lê, obtém informações relevantes, dá sua opinião sobre mas continua agindo como se não soubesse, e só vai desvendar o motivo do rapto de Sam perto do final quando já tá óbvio há AAANOS! Os documentos são opcionais e mudar as cenas de acordo com o jogador seria complicado, mas que deixassem esses que revelam o mistério obrigatórios ou os tirassem, por que do jeito que ficou, combinado com a inteligência da protagonista ao analisar as relíquias, parece que a Lara é uma "jênia".
Sobre ela, eu até gosto dessa versão, mas nesse jogo que diz ser sobre ela temos muito pouco dela. Basicamente reações a acontecimentos e coisas básicas de sobrevivência, como querer salvar os amigos. Até mesmo a famosa CG inicial é extremamente curta e o desenvolvimento dela não é muito notável e algumas de suas reações não parecem condizentes com os acontecimentos. Ao final do jogo, ao invés de refletir sobre a jornada traumática que vivenciou e como isso a mudou, ela reflete sobre seu pai falecido, e decide que quer mais aventuras. Mas ok, não era isso que você queria no começo do jogo também?
O visual dela foi alterado da melhor maneira possível, fazendo com que seja muito menos sexualizada (o foco agora é no cabelo perfeito) mas ao mesmo tempo fiel, e a calça rasgada e amarrada mais pra frente foi um detalhe fenomenal. Isso também vale pro resto do jogo, que é lindo pra época e tem uma direção de arte muito boa com um bom level design a lá metroidvania. Minha fase favorita é a Favela e o monastério em chamas também seria se não fosse mais uma parte do mapa feita pra setpieces que não podemos voltar.
Joguei a versão da Epic que ficou grátis há um tempão e não posso recomendá-la, já que ela vem com os problemas da última atualização, incluindo crashes por qualquer coisa se você não mudar pra inglês toda vez que abre e quase todo o hud pra fora da tela, e você não pode fazer o downgrade da versão na Epic.
Esses são alguns dos vários pensamentos que eu tenho sobre o jogo, que é uma boa aventura cheia de ação, mas poderia ser muuuuuito melhor se se entregasse ao seu próprio slogan "A survivor is born". Quando o joguei em 2014 achei muito melhor, até porque jogos AAA lindos assim e em português eram como um oásis pra mim. Por ser muito burro pra jogos na época (sério, eu era muito) eu empaquei no puzzle do elevador e achei que tava até bugado (sim, amor...), que é a única "tumba" obrigatória, e só consegui terminar no ano seguinte olhando no celular e me achei muito imbecil por ser tão simples. E é mesmo. E sou mesmo.
Escrevi isso aqui sem a intenção de ficar enorme, mas ficou, e tenho certeza que já pensei em muita coisa que o deixaria melhor mas não me lembrei. Basicamente "botei os pensamentos no papel" e nem revisei, tô aqui há séculos, já tô com 2h30 de brown noise, cheio de fome e tô sentindo mó cheiro de podrão... que delícia. Deve ser de vizinho pq não tem nenhum perto. Queria ter um bebezõe's na minha porta que nem a Marcelle, ou que a Barraquinha do Mamona tivesse se mudado junto comigo. Tá bom, eu vou caçar algo pra comer.

Pedazo reboot lle fixeron a saga de Tomb Raider. Temos unha Lara Croft, nova, sen experiencia e na que se vai enfrontar a todos sen importar quen sexa para poder sobrevivir. Encantoume o videoxogo, xa xogará a versión Survival en Steam no 2020.
Cousas que me gustaron:
- O número de coleccionables é o adecuado e está bastante ben atopalos. Polo menos ten a recompensa de que che dan experiencia.
- A historia está ben.
- Lara vai evolucionando durante a partida.
- A curiosidade do videoxogador é recompensada con experiencia para obter habilidades ou restos para mellorar as armas.
- O parkour, a pesar de que che indican con paredes brancas por onde tes que ir ou podes subir, está chulo. Polo menos non está automatizado.
Erros que me saíron durante a miña partida: fallos de texturas, fallos de físicas e lugares onde Lara se podía agarrar perfectamente, non se agarraba de maneira correcta, escenas onde a linguaxe non se correspondía co movemento da boca dos personaxes. Non entendo tampouco que haxa tantos DLCs que o unico que son para sacar cartos aos xogadores sen aportar nada ( e si unha skin o unha tumba non aporta nada, so é para alongar o xogo o para ver con outra roupa a Lara)
Esa é a miña review deste videoxogo.
Recomendo ? Si, absolutamente.

Got it for free on Epic Games Store, too many QTEs. Fights were kind of fun, not enough tomb raiding.