Void Stranger

released on Sep 01, 2023

Void Stranger is a 2D sokoban-style puzzle game where every step counts. Descend into the forgotten labyrinth teeming with fiendish foes and traps that defy reason. A swift defeat lurks at every corner for those who neither study their surroundings nor think their moves through with care. Trust you wits and slowly, surely, you will conquer the mysteries before you. You do remember why you are here, right? Or have you lost something? Something very important to you.


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have you ever played a game that's way too smart for you, but you can tell it's one of the best games ever made even if you personally aren't capable of beating it? that happens to me a lot. every time this game reveals literally any information to you, it's the coolest thing ever.

This review contains spoilers

Esse jogo é facilmente comparável a um iceberg. Por cima, uma clássica releitura dos jogos sukoban com uma apresentação mais profunda e melodramática (como o "Voided Ending" com a Gray), e quando você acha que o jogo te supreendeu com a possibilidade de modificar a interface durante sua jornada como uma mecânica do jogo, você logo descobre que isso é só o começo, e o resto do iceberg é colossal.
Mas pra cada mistério que me interessou, um processo exaustivo de resolução o aguardava. Inicialmente, nas primeiras vezes que eu "falhei" enquanto tentava progredir nas "rotas" do jogo, a frustração era anestesiada pelo meu ímpeto em descobrir o que ocorreria se eu conseguisse realizar o que eu tinha em mente. Mas depois de mais progresso, mais puzzles "diferentes" a serem resolvidos, os erros bobos e a minha falha intuição em certos momentos, rendiam a cansativa tarefa de eu ter que refazer dezenas e dezenas de níveis (mais de uma vez), o que resultou em algumas horas um tanto frustantes.....
Devem ter andares do Void que eu provavelmente resolvi mais de 30 vezes. E mesmo assim, eu cheguei no que posso considerar o "Final Verdadeiro".
Persistência.
Além do jogo fazer um bom trabalho em deixar os puzzles "frescos" em certos pontos do jogo, Void Stranger é um ambiente cheio de coisas escondidas que em junção ao fato de que normalmente, os jogadores terão que refazer certos níveis diversas vezes, após um tempo você começa a perceber coisas que poderia fazer para resolvê-los de maneira ainda mais eficiente e até facilitar sua própria jornada, fazendo com que ao final do jogo, eu pudesse adquirir uma visão completamente diferente das mecânicas mesmo tendo resolvidos certos puzzles dezenas de vezes. A repetição se tornou um elemento essencial e único pra minha experiência, não só ao resolver os puzzles, mas para descobrir os segredos que perduram o mundo deste jogo.
Persistência. Void Stranger além de unir puzzles sukoban exploração (e investigação?), trata de diversos temas que persistem durante suas campanhas e o mundo criado. Por exemplo, a relação de alguns lordes com Add me lembra muito uma relação de admiração ao criador, a busca por reconhecimento e validação, e esse afeto parentesco que também é abordado entre Gray e Lillie, ambos lordes e a Lillie possuem essa figura "molde" foi embora e eles nunca tiveram todas as respostas. O jogador passa o jogo inteiro persistindo em fazer os mesmos puzzles de novo e de novo, Gray persiste o Vazio para encontrar Lilith, Lillie persiste o Vazio e encontra sua mãe, Cif persiste o Vazio para encontrar sua irmã, o jogador persiste o Vazio para compreender as mensagens deixadas por Add.

jogao legal, lindo e honesto em sua forma, muitos momentos da narrativa se dão por cenas mais confortáveis, uma abordagem que até lembra a comicidade de um anime. Apesar dos elementos repetitivos demorarem para tomar forma e alcançar seu objetivo pra mim, esse é um jogo que com certeza teve muito carinho envolvido, fiquei feliz de poder ter jogado =)

A puzzle game with neat ideas. Nice story/gameplay, but sadly HEAVILY bogged down by repetition of similar playthroughs with different story beats. Some fast travel or something would've helped a lot. ALSO, the puzzles on top of puzzles, hiding underneath puzzles inside of puzzles can get grating when trying to figure out what exactly you need to do to proceed, wasting time as the game forces you to go through the whole game as you try to find the ONE thing you might've missed. All in all, fun on the 1st, and even 2nd run because of the slight variations, but after that, It gets boring.

Void Stranger es un juego de puzles que lleva la idea del sokoban (juegos sobre empujar cajas) al siguiente nivel. No solo porque ofrece un montonal de niveles que son buenísimos véase por donde se les vea; sino porque, además, logra que esa filosofía de puzle permee a la progresión y a la historia en sí.
La historia es simple en superficie, pero críptica en su resolución. Aguarda a que demos con la clave correcta para poder avanzar y así darle un desenlace digno a los personajes. Una clave que requerirá que observemos el entorno, lo exploremos, nos familiaricemos con él y, solo así, tracemos en nuestro cerebro la ruta que nos guiará al siguiente cachito de historia que deseamos ver.
Es un misterio que nos envuelve y que nos exige mantener siempre la mente activa, no porque algo inesperado fuese a suceder, sino porque nuestro cerebro debe sí o sí dividirse en dos: una parte se concentrará en resolver puzles, y la otra irá rumiando los trozos de trama vistos hasta el momento.
Durante las primeras horas de juego, Void Stranger nos lleva de la mano para que podamos comprender su naturaleza. No obstante, llegado cierto punto nos suelta y nos lanza directamente a la incertidumbre. Aquí es donde comienza el juego barra puzle de verdad... y aquí es donde me perdió.
Que no se me malinterprete, he sabido reconocer la brillantez de VS, pero eso no es algo que esté peleado con una idea que me quedó clara cuando me pidieron que caminara por mi cuenta: este no es un juego para mí. Requiere una paciencia y una paz mental que desgraciadamente no tengo
No fue algo que me impidió ver el final verdadero, eso tengo que decirlo. En las últimas 15 horas de juego decidí utilizar una guía porque, ante todo, quería seguir avanzando, quería seguir descubriendo, quería seguir adelante...
El motivante para dejarte envolver por el aro de misterio de Void Stranger, no es otro que el estilo que tiene System Erasure por hacer las cosas. Música, arte, mecánicas, historia... es imposible no sentir fascinación por cada giro (no necesariamente narrativo) que el equipo tiene preparado para nuestra experiencia. En un momento estás en un juego de ritmo, en el otro estás manipulando la interfaz y, cuando menos te lo esperas, estás llorando por una canción (con letra) sobre la culpa y el arrepentimiento (¡En un juego sobre mover cajas!). Como digo, nunca sabes qué te espera en la siguiente hora de juego. No, miento, sí que tienes asegurado algo, pero me resulta difícil de describir...

Creo que en Void Stranger he vuelto a ver reflejada esa magia que me enamoró de ZeroRanger. Vine con todas las expectativas del mundo (normal, considerando que ZR es uno de mis juegos favoritos), y esas expectativas se fueron derrumbando con cada nueva hora que pasaba en VS. Sin embargo, me alegro de que de los escombros haya salido un juego distinto con una identidad más que definida. Un juego que quizá no me haya atrapado como me gustaría, pero no por ello me ha dejado de encantar. No por ello he dejado de ver la magia de Void Stranger.

Com ZeroRanger eu já olhava para a System Erasure com um dos grandes estúdios de jogos atualmente, por ter me proporcionado uma experiência única, tanto em gameplay, trilha sonora, história e entre outras coisas, que me fizeram continuar jogando e amando ZR. Foi uma experiência incrível, na época foi meu shmup favorito; eu finalizei próximo ao lançamento de Void Stranger, e bem, vi pessoas comentando sobre o novo lançamento e fiquei extremamente animado para jogar. Apenas há pouco consegui comprar, e finalmente “finalizei”, esse segundo jogo da System Erasure. Que em minha visão é o vídeo-game mais especial lançado nesses últimos anos. Começa tudo simples, o começo de uma aventura, explorando o Void (vazio), um cajado que transfere blocos de um local á outro, e a mente do jogador. Os dois compõem as chaves para a progressão inicial. Como jogador de primeira viagem com Sokoban, foi uma experiência um pouco chata de começo, toda via, me adaptei e comecei a me divertir; a ponto de passar de algumas partes médias-difíceis em pouco tempo. E acredito que se até eu, que inicialmente era um não-amante da gameplay, qualquer um pode se acostumar e começar a amar jogar.

A uma cada quantia de fases que você conclui, você se vê em uma fase com uma árvore e uma escada para ir a próxima, o jogador curioso vai e interage com a árvore ali presente, e em seguida aceita a se deitar nela, o jogo fecha e a provável reação é de surpresa e estranheza, mas após abrir o jogo novamente… uma cena, diálogos, novos personagens. Tudo isso dentro desse jogo? Não era só um Sokoban para quebrar a cabeça? E conforme mais você continua descendo no vazio, mais você encontra partes da história. Que inclusive é extremamente linda, caso você veja vários finais (vai se emocionar, provavelmente — eu me emocionei).

Toda a construção por trás de você ter diversos finais, sempre mais e mais conteúdo, obrigando o jogador a sempre fazer novas runs, se adaptar as centenas de fases que irão ser retomadas várias e várias vezes. Mas além da adaptação, você fazer tudo para sempre ver mais uma parte nova sobre a grande lore, faz tudo divertido. Além de fases novas que podem estar presentes, trazendo um novo desafio ao jogador, é um jogo que te faz se “arrastar” dentro dele, e eu admiro bastante isso. Não duvido que daqui alguns meses alguém descubra novas coisas dele, e isso é INCRÍVEL, um jogo que não vai estar se limitando em uma só aventura, você não vai passar o jogo todo em puzzles, do nada pode ficar de cara com um mini game de ritmo, batalhas em turno, e mais loucuras. É o fator de repetir, em que você descobre o que há ali, por trás dos mistérios e coisas que ainda restam a serem vistas nessa imensidão de jogo
A trilha sonora, que não tem muito o que falar, assim como em ZeroRanger, capricharam absurdamente, muitas músicas entraram para playlists minhas, são boas a nível de não funcionarem só jogando e imerso naquilo, mas em qualquer momento, escutando elas, ainda continuam extremamente agradáveis, tipo essa: OST 63

Uma Obra Prima, não só dos indies, mas dos jogos eletrônicos em um geral, um jogo que exala a essência dos vídeo-games. 10/10

A brilliant game brimming with cool ideas and impactful moments that unfortunately takes too long and requires too much repetition for its own good.

The amount of effort needed to finish this game is insane, so at some point I just started following guides to progress on the game at all. Not only that, but some of the best moments of the game are guarded behind some of the most tedious hours of effort I've had to put into a game in my life. 

Which is a shame, because other than that, the game is amazing. The sokoban gameplay is great, the soundtrack is consistently good, and the story is intriguing enough to keep you hooked throughout the game. I don't think I've ever said so many "what"s and "ain't no way"s in any piece of media of this length.

TL;DR really good, I just wish it was shorter and gave me more tools to skip the tedious parts once I've already completed them