Norco

released on Mar 24, 2022

Norco is a Southern Gothic point & click narrative adventure that immerses the player in the sinking suburbs and verdant industrial swamps of a distorted South Louisiana. Your brother Blake has gone missing in the aftermath of your mother's death. In the hopes of finding him, you must follow a fugitive security android through the refineries, strip malls, and drainage ditches of suburban New Orleans.


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Norco is interesting. Great art style, nice atmospheric music. Really interesting, bizarre narrative. A sort of Wes Anderson arthouse style feel of weird characters in an odd situation full of charm despite how offputting things are. It never really ventures into anything scary or even overly suspenseful. It's just kind of off-kilter the entire time.

It's short. Only a couple hours. Three or four. But it keeps your attention. What few puzzles and narrative choices there are, are easy to understand though I disliked how on some screens I had to pixel hunt for selections. I kind of wish there was more lore and exposition to explore but I think the briefness of your time in Norco is probably for the best.

What an oddball of a game. Lotta heart in this one. It's worth checking out.

Revisiting my thoughts on Norco after the recent announcement and demo release of the developer’s next game.

There’s a lot about Norco I don’t quite like — I think the fighting mechanic is silly and out of place, some of the writing is gorgeous but some is awkward and atonal, I bounce back and forth on whether or not I hate the art (with the exception of the aerial and establishing shots, which are stunning throughout,) but this game has Got It. Probably the only videogame I’d call “Humid.” Slam dunk ending. Ostentatious and cool twists. Stuck with me for a long time. Has the feeling of a lesser work of a truly great author, a vibe that is almost unrecognizable in videogames.

This was pretty good. A well-written narrative adventure full of weirdness and mystery, gorgeous pixel art, and great music make this game easily recommendable.

É bom, mas tem muitas falhas.
Vamos por parte.

Começando pelas qualidades, a ambientação é legal, bem sólida com muitos designs criativos, e a história tem questões muito interessante, utilizando da religião e ficção cientifica para fazer algo bem transcendental e impactante, viajando enquanto fala sobre língua adâmica e cria uma IA com suas memorias, adoro essas maluquices, fica sendo um ponto fora da curva na maioria das histórias de games.

Agora para os defeitos.
Gameplay: A gameplay de combate é ridícula, irrelevante, sem motivo para existir, é impossível perder no combate, não faz sentido usar a cura no combate já que nunca dá tempo de perder. Sei que o foco é puzzle, mas já que fizeram todo o esquema de combate com barra de vida, cura, turno, poderiam fazer algo mais desafiador que faça sentido explorar essas mecânicas.

Puzzles: Tem alguns legais e que exigem pensar, mas são minoria, fica claro que o foco é mais na história, visual, ambientação e etc do que nas mecânicas de puzzle que na maioria viram tarefas simples.

História: Olha, ficam muitas pontas soltas na história, personagens que pareciam importantes mas tem 2 falas no final ou no caso do irmão da protagonista que buscamos o jogo todo e nem fala nada. Aquele grupo de pesquisadores que aparece investigando o superduck, queria mais interação com eles, poderia ter um ato todo só sobre isso, mostrando a reação dos pesquisadores e etc com os acontecimentos bizarros, o superduck é uma das coisas mais legais do jogo mas não é explorado diretamente de forma completa. O final do John é péssimo, baita personagem com personalidade forte e visual imponente, mas só fica sendo citado, tem seus 2 minutos de tela e boom, aparece com a cabeça cortada, agora o velho manda em todo mundo e vai para o espaço, ridículo esse desperdício!

"Mas como ele tem 89 no metacritic então?"

Acredito que o principal ponto que fez o jogo perder pontos técnicos mas ganhar pontos com os críticos do metacritic é que é um jogo muito carregado de críticas políticas, muitas vezes sem sentido e exageradamente caricata de um jeito ruim, isso com certeza deve ter tomado parte dos recursos de desenvolvimento/tempo que poderiam ter sido utilizados para deixar a história mais consistente e melhorar certas coisas sem sentido da gameplay, e na nota é que a maioria dos redatores de sites de games ocidentais provavelmente gostaram das críticas políticas do jogo, o que pode ter distraído das falhas do jogo e tipo falar "Não é perfeito mas é um jogo necessário, nota 10"

En Norco nos encontramos con corporaciones que transforman ciudades hasta el punto de robarles el nombre. Exploramos ecosistemas destruidos por actividades extractivas. Descubrimos sectas que aglutinan a una juventud desorientada que sólo quiere pertenecer a algo. Aplicaciones de microtrabajos que pagan con dinero de mentira. Una población sin esperanza refugiada en el alcohol y las drogas. Directivos de empresas víctimas de sus propios inversores. Enfermedades provocadas por la actividad industrial. Tecnología fuera de control. Espacios liminales. Familias rotas. Norco nos presenta una distopía que es un reflejo no muy diferente a nuestro mundo, al que no se ha llegado tras un gran desastre, sino al que nos hemos ido acostumbrando como la rana hervida a la que le iban subiendo la temperatura del agua poco a poco.

La influencia del gótico sureño pone el tono de Norco, pero la influencia de Philip K. Dick es la que genera sus momentos más sugerentes, cuando los límites de la realidad se deshacen totalmente. Es una pena que el final resulte tan anticlimático y no se atreva a coronar el crescendo lisérgico de su último tramo.

Aún así es una obra arriesgada y muy cruda, que compensa de sobra su limitada jugabilidad con una prosa de una calida dque no solemos acostumbrar en esto de los videojuegos.

I didnt really liked point and clickers until I gave this game a chance, I LOVED IT