7 reviews liked by Tashizito


Half-Life é um jogo espetacular? Com toda certeza, mas consegue ser igualmente desgastante.

A história é particularmente interessante, principalmente para um jogo de tiro em primeira pessoa lançado nos anos 1990.
Quando Gordon Freeman, um físico teórico se apresenta às instalações do laboratório "Black Mesa" acreditando que teria apenas mais um dia rotineiro, se vê em uma cadeia de eventos sem precedentes e tornando-se uma peça central nesta.

A gameplay que pra sua época podia ser considerada muito boa, para os padrões atuais ficou um tanto batida, muito devido à sua física de "papelão", sem querer ofender.
A variedade de armas é um grande ponto forte aqui e a progressão, até as zonas de teleporte, é totalmente fluida e pouco se percebe as sutis variações das instalações de Black Mesa.

Pessoalmente, eu fico muito, mas muito satisfeito por ter enfim terminado este game, mas acho que não tornarei a jogá-lo tão cedo novamente.

Rages a parte, o jogo é altamente recomendável, joguem se quiserem e quando puderem.

Essa foi qual... a enésima vez que zero esse jogo?

Sinceramente, já perdi as contas.

New Super Mario Bros. era o jogo que a franquia 2D precisava pra continuar seu bom nome, e o jogo não decepciona.

O padrão das fases já é bem conhecido: do Reino Cogumelo passando por desertos, pântanos, terras gélidas, montanhas e até mesmo os céus pra enfim chegarmos ao castelo do Bowser, que desta vez tem o seu filho Bowser Jr. como principal agente do caos.

A jogabilidade continua a de sempre, porém com algumas melhorias trazidas de Super Mario 64, assim presumo, como os saltos triplo e de parede a parede.

A história é aquela já muito conhecida, e pra mim, foi uma oportunidade perdida de começar a variar um pouco neste ponto. O Bowser Jr. não precisava ser o chefe de todas as torres de todos os mundos.

Sumariamente, esse jogo poderia ser perfeito se não fosse por algumas mesmices das quais a Nintendo já poderia abrir mão aqui, coisa que apenas fez posteriormente. Mas ele ainda tem o meu coração por ser um dos jogos, se não o jogo de Mario que eu mais joguei.

acho que oque resumiu a experiencia desse jogo pra mim foi "esse é o jogo mais ok que eu ja joguei"

ele começa mt incrivel com aquela abertura muito foda, te apresenta o combate que é a parte mais divertida do jogo, mas uma dezena de horas de jogos depois e ele vira um jogo meio repetitivo

ele tem o mesmo problema que eu vejo com jogo exclusivo da playstation com missões secundárias e atividades fora a história principal que são um saco de fazer, e esse problema fica um pouco maior quando a gente percebe que ele é um jogo meio assassins creed das ideia

pessoalmente a magia pra mim do jogo acabou quando eu percebi que tudo que eu tava fazendo era um ciclo entre que terminava sempre em eu metendo a espada em todo mundo

é um jogo ok de jogar só pelas missões principais, sem olhar o resto pq a atividade secundária desse jogo consegue memo te cansar

O amigo que todo mundo ama, mas quase nunca aparece

Code Veronica na franquia Resident Evil é igual aquele seu amigo que você vê a cada 10 anos na vida mas sempre que ver ele você gosta muito, gasta seu tempo conversando com ele por horas e sempre aprende algo novo, pra no fim.. ele sumir de novo.

Acontece é que recentemente Code Veronica parece que voltou aos holofotes com a notícia de que estão fazendo um Remake do jogo mais queridinho da franquia, e eu até ia falar que ele é esquecido pela capcom.. mas com essa notícia rondando por aí pelo visto a Capcom ta lembrando dele muito bem.

É claro que junto disto, cresceu o hype que faltava em meu coração pra eu dar uma chance ao Code Veronica, eu sei eu sei a gente não pode se deixar levar pelo hype mas po não dá Resident Evil é Resident Evil não é qualquer jogo e olha que eu nem sou muito fã.

Mas enfim, antes de começar a jogar ele primeiramente eu tive de me decidir por qual versão jogar já que esse jogo tem varias edições diferentes e em uma breve pesquisada no google descobri que a versão que os fãs mais indicam é a de Dreamcast, portanto, comecei a joga-lo nela.

De início estranhei os controles demorei um pouco pra me acostumar mas depois foi tranquilo fazia muito tempo que eu não jogava um jogo de estilo tank então isso também ajudou eu ficar perdido nos botões, então já deixando uma coisa aqui, se for começar pela versão de Dreamcast saiba que os controles não são nada intuítivo.

Os gráficos me surpreenderam bastante e me lembraram MUITO do remake do Metal Gear Solid la do gamecube. E isso é uma doidera porque o Code Veronica é um jogo do ano 2000 com gráficos que podem ser comparado a jogos de 4 anos depois, sua iluminação é uma parada perfeita apesar de atrapalhar em algumas vezes.

Mas uma coisa que eu tenho de elogiar muito aqui nesse Resident Evil é o quanto ele é intuítivo e basta poucos minutos pensando pra você não ficar perdido nas fases. Foram poucas as vezes que eu tive de abrir o google e pesquisar pra onde ir já que os cenários sempre ficam ativos na sua mente enquanto você ta jogando, o que complicou mesmo foram os enigmas, eles sim são um bagulho complicado de resolver e eu tive de dar umas pesquisada marota pra entender (eu também sou burro e péssimo em puzzle então isso ajuda), mas fora isso eu só tenho que dar parabéns as pessoas que trabalham no level design desse jogo aqui.

Ja falei de gráfico, jogabilidade e até level design mas e sobre sua trama? Bom.. tenho de dizer que ela é muito bem explicada e bem construída você chega até mesmo a se apegar com os poucos personagens apresentados na história. Claro né que ele tem um clichê de Resident Evil que quem já é introduzido na franquia e já joga por um bom tempo sabe como funciona, mas isso não tira os pontos positivos dela, muito pelo contrário, o clichê aqui é bem aplicado e mantém o ritmo da história.

Porém um ponto aqui que eu gostaria de abordar é sobre as ligações que a história dele faz aos Resident Evil anteriores, a franquia é conhecida por ser boa de jogar mesmo não sabendo e não tendo jogado os anteriores, só que com Code Veronica eu não sei se isso se aplica muito bem. Muitas das vezes o jogo faz uma relação e solta uma referência ali a algo que aconteceu nos jogos passados principalmente do Resident Evil 1 e 2, então eu não sei se seria o melhor Resident pra começar a jogar ele me parece um jogo muito mais pra quem já é por dentro das coisas ali da história e tal. Da pra tu se divertir sem saber nada dela, porém você vai ficar perdido em algumas situações importantes então fica ai o aviso.

Bom mas enfim, eu não sou fã da franquia apesar de eu ter jogado até uma quantia razoável de jogos dela, mas eu gosto MUITO de Resident e Code Veronica pra mim entra na minha lista de melhores jogos que eu já joguei na vida, a versão de Dreamcast hoje em dia pra emular tem uns problemas, você provavelmente não vai ter a experiência 100% você vai presenciar alguns bugs de textura aqui e ali, e se você não ficar ligado com o uso de save states você pode acabar perdendo o save, então se for jogar essa versão hoje em dia fica esperto com isso!

Mal espero pra rejogar esse jogo de novo daqui uns tempos.

Ótimo jogo. Os gráficos estão bonitos e jogar no modo Noir traz o clima que o jogo pede, parei inúmeras vezes pra tirar fotos. O mundo aberto é bem construído, embora sirva apenas pra ser admirado, já que a interação com ele é mínima. Ainda assim, é bacana explorar e procurar pelos colecionáveis, revistas e cartões. Os interiores acessíveis são cheios de coisinhas e cantinhos pra olhar, parece ter sido dada bastante atenção a eles. E no geral, eu gostei muito de pequenos detalhes como o rádio falhando ao passar por um túnel, o som dos amortecedores rangendo em carros pesados, NPCs comentando sobre últimos acontecimentos dos quais fiz parte, tudo isso contribui bastante pra se sentir lá, além das músicas, carros, jornais espalhados e notícias da época nas rádios, incluindo menção à anexação da Austria em 38, ou discursos do "presidente", com o ruídos e chiados dos equipamentos antigos. As atuações são muito boas e história também, embora eu tenha sentido que alguns saltos de um ano a outro tenham tornado ela menos envolvente. O relacionamento do Tommy com a Sarah, por exemplo, foi pouco contruído e pulou de flerte pra casamento muito rápido. Existem também algumas quebras de perspectiva que não fazem sentido na maneira como a história é contada, como num trecho em que uma cena é mostrada do ponto de vista do Morello. Ainda assim, as missões intercalando os cortes entre a conversa do Tommy com o detetive, funcionaram muito bem pra me manter engajado e querer saber o desfecho. A gameplay é bem divertida, tirando um probleminha aqui e ali, como não conseguir passar por uma porta por causa de uma cadeira, ou a fisica dos carros ser um tanto esquisita. Eu adorei os tiroteios, e as partes de stealth são bacanas, embora a mecânica de arrastar os corpos não sirva pra nada. A inteligência dos inimigos não é ruim, mas a dos motoristas é péssima e bem irritante. Em conclusão, é um jogo com defeitos, mas com muito charme. Gostei bastante.

Lindo. Lindo, lindo, lindo. É uma obra de arte mesmo, impecável no som, nos gráficos e na forma que evoca sentimentos. É uma jornada brutal, intensa e poética sobre perda, culpa, aceitação e escolhas dentro do entendimento de si próprio. Eu até achei que nesse jogo iria existir possibilidade de darem liberdade maior à exploração ou algo assim, mas não, a ideia é mergulhar na história, sentir o que a Senua sente, perder o fôlego nos combates ou admirando a beleza dos cenários, e respirar de novo no final. Uma experiência bem marcante.

Eu sempre hateava e torcia o nariz para esse jogo, sempre ouvia e via elogios de como esse jogo era bom, mas nunca dei atenção.
Agora com quase 200horas e tudo feito, eu confirmo todos os elogios e premiações, que jogo lindo, incrivel, e mágico.
Geralt de Rívia é perfeito, eu amo o mundo de The Witcher Games/livros, é tão rico e interessante. Nessas todas horas imerso nesse mundo, cheio de histórias foi lindo demais, um mundo aberto lindo e muito satisfatório, uma trilha sonora marcante, The Ard Fields of Skellige!
The Witcher 3 é épico!